Blog do Efigênio, a estréia!

Blog do Efigênio, a estréia!

Da mesma forma que se criam vidas, se criam frases, parágrafos, versos, capítulos. Excetuam-se algumas coisas do fazer, mas na essência, há uma igualdade imensa, desculpe, uma semelhança.
Abrem-se páginas em branco e preto para se colocar cores de todos os tons em riba delas.
O blog vai ser um diário de todos. Vai ser uma bodega sem porta, aberta o tempo inteiro, para que você leia contos, crônicas, trechos de livros, saibam novidades de outros amigos escritores, saiba onde terá palestras, andamentos de novos projetos, como foram feitos os livros, fotos dos lugares onde os livros foram ambientados, enfim, um acompanhamento mais de perto das obras que retratam não somente o que penso, mas o que você (nordestino especialmente) vive.
Um canto da sua casa onde você pode passar várias vezes por dia.
Um pote pela metade, com uma cuia deitada em riba dum pedaço de compensado, dificultando a entrada ou saída duma rã solitária e feliz.
Nesse pote, desviando da rã, você vai beber em caneco de alumínio, o que há por dentro de minha literatura. Uma água doce extraída de cacimba velha, carregada nas ancas do burro Tutano que servia a casa de Dona Judithe, mãe de Luzia.
Com mais uma tibungada, você vai beber as estradas do Cariri paraibano sem se engasgara com a poeira que não existe mais. De uma goipada só, conhecer a festa de Santana, no Congo querido, ver se tu fez mal ou bem a Zéfa, se tu tá no meio dos apurados e até dar de cara com Pedro Jeremias.
E vai acompanhar, através de trechos e spoilesr (!!!) a saga desse cangaceiro que de um cangapé bem dado, entrou pro cinema nacioná.
É aqui. No blog (num tem palavra de nós não, pr’êsse nome?) que a gente come rapadura, chupa os dedos lambuzados e lava os beiços com a língua sorta da literatura nordestina.
Viva meu Padim!!! Viva São José!!! Viva Frei Damião.

Sejam bem vindos.

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